segunda-feira, 7 de maio de 2012

Pós Parto - Hospital

Bom, agora vamos ao meu pós parto...
Hoje minha princesinha já está com 24 dias, então não sei se vou me lembrar de todos os mínimos detalhes, mas vou tentar colocar o máximo de informações que eu conseguir me recordar.

Como todos que acompanham meu blog já sabem, meu parto foi bem difícil por ter sido demorada, mas no fim deu tudo certo. Foram 31 horas de trabalho de parto, mas consegui meu tão sonhado parto normal.

A Sarah saiu do forninho exatamente às 8:10hrs da manhã. Quando foi 9:00hrs eu tomeu café café da manhã, enquanto minha amiga Karolzona paparicava minha princesinha. Tomei café ainda deitada por desencargo de consiência, mas as enfermeiras me disseram que eu podia sentar. Não sei se era a fome, mas aquele pãozinho com manteiga estava simplesmente delicioso... Enquanto eu tomava café, o Diogo chegou ao hospital, mas como eu ainda não estava na maternidade e sim no Centro Obstétrico, ele não pode entrar pra me ver, então a Karol foi até a entrada do CO e levou a Sarinha pra ele ver. Ela me disse que ele dava gargalhadas de felicidade... Ah, como eu queria ter visto essa reação dele.
Ele pediu pra Karol tirar uma foto minha, pra ele ver como eu estava... Eu estava super inchada ainda e horrorosa, mas extremamente feliz! Essa fotinha foi tirada logo após ela nascer, e antes mesmo de cortar o cordão umbilical. A primeira mamada da Sarah, ou a primeira tentativa, hehe...





Às 11hrs a Karol teve que ir embora, e minha sogra veio ficar comigo. Eu estava morrendo de vontade de fazer xixi. Pedi para ir ao banheiro, mas me disseram que eu só poderia ir depois de almoçar. Buscaram uma cumadre pra mim, affff... Fazer xixi naquela bacia de metal, ninguém merece, mas que alívio esvaziar minha bexiga.
Até então o quarto era só meu, mas daí veio uma enfermeira e disse que teria que colocar mais uma paciente ali comigo, que também já tinha dado a luz aquela manhã. Motivo: o hospital estava super lotado e não tinha lugar na maternidade pra me transfirir pra lá e tb não tinha mais lugar no CO para novas futuras mamães em trabalho de parto. Eu estava muito feliz e aquilo estava longe de me deixar irritada. Aceitei e ainda com um belo sorriso no rosto. Agora naquele quarto estavam 2 novas mamães, 2 bebês e 2 acompanhantes.
Quando deu meio-dia meu almoço chegou. Minha sogra me ajudou a me sentar. Achei que poderia me sentir tonta, mas não senti absolutamente nada. Me sentei, almocei e logo queria me levantar. Queria ir ao banheiro de novo.
Novamente veio uma enfermeira e me disse que teriam que me transferir para outro hospital, para o HRAS/HMIB, pois eu precisava ir pra maternidade e lá no hospital que eu estava (HRAN) não tinha vaga. Ok, aliás, foi pra lá que eu fui primeiro pra ganhar a Sarah.
Me levantei com cuidado e fui caminhando normalmente para o hospital. Minha sogra foi atrás, com medo d'eu sentir alguma coisa e desmaiar. Ela deixou a Sarah no bercinho aquecido com as enfermeiras e me acompanhou até o banheiro.
Me sentei no vaso sanitário, fiz meu xixi tranquila e feliz, mas quando fui me levantar, senti uma pontada bem forte nas costas, na altura do seio esquerdo. Deu um grito de dor e susto. Minha sogra correu e entrou no banheiro super assustada. Eu disse que não conseguia me mexer, que estava travada, com muita dor nas costas. Logo veio uma enfermeira e fez uma massagem no local e deu uma aliviada, ela disse que era só uma dor muscular, por causa do grande esforço do parto e porque fiquei muitas horas na mesma posição. Ela pegou uma cadeira de rodas pra me tirar do banheiro sem que eu tenha que forçar a coluna. Sentada, naquela posição, com a coluna reta, eu não sentia absolutamente nada, nenhuma dor nas costas.
Antes de ser transferida, tiraram sangue de mim para fazer alguns exames, um hemograma.

Hora de me transferir pro outro hospital. Eu ainda na cadeira de rodas, colocaram a Sarah no meu colo, dormindo como um anjo, e minha sogra foi me empurrando até a ambulância. Tinham mais 2 mamães sendo tranferidas também comigo. Aliás, uma delas teve seu bebê sozinha no banheiro do hospital. OMG. Quando fiquei sabendo disso fiquei de boca aberta. Eu quase morro pra parir, e ela vai ao banheiro achando que ia fazer cocô e acaba parindo? Caraca!!!
Fomos de ambulância até o outro hospital. Chegando lá comecei a me sentir meia mal. Como se minha pressão tivesse caído. Como eu estava me sentindo mal, logo me colocaram num quarto, mas as outras duas mamães ainda ficaram muito tempo de molho na recepção. Uma falta de respeito.
No meu quarto da maternidade eu poderia receber quantas visitas eu quisesse, mas a acompanhante ainda só poderia ser mulher. Mas só de saber que finalmente eu veria meu marido, eu já me entusiasmava muuuuito. No mesmo quarto, tinham mais 3 mamães com seus bebês, ou seja, 4 puerperas (recém-paridas com os bebês), então vcs não imaginam como que não fica o quarto no horário de visitas.

Eu ainda me sentia mal... Pedi ao Diogo que quando viesse trouxesse sal, pois lá eles não dão sal de jeito nenhum... Tentei tirar um cochilo, mas acho que ainda estava na adrenalina master.
Logo chegou o lanche. Eu não queria comer, pois ainda estava meia mal. Depois de minha sogra insistir muito, acabei comendo. E advinhem só. Foi só eu comer que logo o mal estar passou. Não sei o que era, mas se passou, tudo bem.
De novo vieram tirar meu sangue, para fazer um novo hemograma. De novo?

De repente, aparece na porta meu marido!!! Ah, que felicidade! Ele foi direto em mim, ao contrário de todas as outras pessoas, que iam direto na Sarah. Ele me abraçou, me beijou, disse que me amava e me agradeçou pelo lindo presente que eu tinha dado a ele. Que emoção!!!
Parece besteira, mas foi um momento único, um momento só nosso (apesar de termos muita platéia), um momento onde o amor se tornou palpável.
Quase no fim da tarde vieram meu pais, como era sexta-feira, eles trabalhavam e muito. Então tivemos pouco tempo na sexta, mas no sábado eles vieram com mais tempo. Também foi muito bom a visita deles, afinal eles sofreram junto comigo, só que do lado de fora do hospital.

Durante os dias que eu passei internada eu recebi muitas visitas. Deixa-me ver se me lembro de todos: Diogo (meu marido), minha mãe, meu pai, Dedê (meu irmão), Rebeca, Ely, Ricardo, Guilherme, Rafaella, Karolzona, Laysa, May, Pedro, Carolzinha, Regina, Dr. Evandro, Bispa Waldinéia e Pra. Meire. Acho que foram esses. No total 18 pessoas, mas muitas dessas me visitaram várias vezes. Fizemos uma verdadeira festa no hospital, hehehehe...

Fui tomar banho no mesmo dia, lá pelas 15hrs. Minha sogra ficou comigo no banheiro, pro caso d'eu precisar de ajuda, mas preferi tomar banho sozinha. Descobri que as partes baixas estavam bem inchadas, e parecia que tinham me cortado ao meio. Tinham muitos pontos. A impressão que eu tinha era que a vagina e o ânus eram uma coisa só, que o corte era de um ao outro. Ai meu Deus, o que fizeram comigo?
Só me instruiram a lavar bem com água e sabão, e não passar nada.
Eu não sentia dor... Ainda... Estava anestesiado. Mas sentia um incômodo estranho.
Ah, como foi bom lavar o cabelo, me sentir limpa de novo. Esse banho me deu um novo ânimo!
Tive que usar um absorvente que mais parecia uma fralda geriátrica, mas sangramento mesmo só tive por dois dias, depois ficou uma menstruação normal, e no quarto dia ficou só uma borrinha marrom, tipo fim de menstruação e assim está até hoje.

Depois do banho eu já não conseguia me sentar direito. Fiquei sentindo o último ponto (que é o que tem o nózinho final) o tempo todo, então sentada e deitada eu ficava sentindo ele e isso me incomodava muito. Então eu passava mais tempo em pé do que tudo.
Percebi que meus pés ainda estavam muito inchados. Acho que até mais do que quando estava grávida. Talvez porque eu só ficava de pé, sei lá.
De tempos em tempos uma enfermeira vinha e me dava 3 comprimidos (um buscopan, um paracetamol e um sulfato ferroso).
Lá no hospital que eu ganhei a Sarah, eles liberam em 24 horas para quem teve parto normal, mas no hospital que eu estava, eles só liberam com 48 horas. Oh Lord! Eu só saíria de lá no domingo, e ainda era sexta-feira.

À noite foi ruim. Eu estava muito cansada, mas não conseguia dormir. Aquele clima de hospital era horrível. Eu estava me sentindo num lugar sombrio. A Sarah chorou muito nessa noite. No começo achei que era fome, pois ela mamava, mamava e mamava, mas leite mesmo não saía direito, só uma aguinga (colostro). Depois comecei a achar que tinha algo errado com ela, e levei lá no pediatra de plantão. Ele disse que poderia ser fome mesmo e me deu um tal de complemento, leite NAN no copinho. Até tentei dar a ela, mas ela não aceitou, fez careta e cuspiu tudo. Por fim comecei a achar que era espiritual. Minha sogra não é evangélica como eu e o tempo todo eu tinha que quebrar algumas coisas que ela falava. Coisas do tipo: "Acho que ela vai ser muito medrosa, muito assustada, porque qualquer barulhinho ela se assusta. Você deve ter passado muito medo nela durante a gravidez, com essa história de ir pra acampamento de igreja com plenos 9 meses". "Ah, ela é muito geniosa, vai dar um trabalho danado pra vcs". "Ih, ela é daquelas que não dorme à noite, vai trocar o dia pela noite".
Nada contra minha sogra, mas eu ficava o tempo todo: "Está repreendido em nome de Jesus"!

Finalmente amanheceu o dia! Trouxeram meu café da manhã e junto veio um pediatra e uma ginecologista. O pediatra examinou todos os bebês de lá. Um deles estava com sopro no coração. Meu Deus, que terrível. A Sarah estava ótima, graças a Deus! A ginecologista me disse que meu hemograma tinha dado uma pequena alteração nos leucócitos, e que eu estava com algum princípio de infecção.
Daqui a pouco veio uma enfermeira e colocou um acesso na minha mão, que por sinal doeu pakas, para me dar antibiótico. Eu tinha que tomar dois tipos de antibiótico, 4 vezes ao dia, e a última dose diária era às 3hrs da manhã. Imaginam só. Demoro pra caramba pra pegar no sono, e quando finalmente existe um silêncio total no hospital inteiro, de repente entra uma enfermeira fazendo barulho pra me dar antibiótico. Afff...
No final da tarde de sábado, a Karol voltou pra trocar de lugar com minha sogra. Coincidência ou não, na noite de sábado, a Sarah dormiu super bem, e nem parecia o mesmo bebê da primeira noite. Comecei a ter mais certeza que o desespero dela da noite anterior era realmente espiritual. Foi só minha sogra ir embora que ela se acalmou e se transformou num bebê super tranquilo. Não quero reclamar da minha sogra, até porque ela me ajudou muuuuuuuuuito, tanto comigo tanto com a Sarah, mas tb não posso esconder o sol com a peneira e achar que somos iguais espiritualmente, porque não somos. Enfim, seja lá qual for o real motivo, a Sarah agora era um bebê anjo!
Eu e a Karol conversamos muito, e eu estava super animada, pois sabia que no dia seguinte eu iria pra casa. Pena que eu não estava muito bem em tudo. Sentia muita dor nas costas, e os pontos me incomodavam muito. Eu estava com dificuldade para me deitar e me levantar pelos dois motivos. Quando eu ia me deitar eu forçava a musculatura das costas e acabava gemendo de dor, e quando finalmente conseguia me sentar, os pontos da episio doíam tb. OMG, quanta dor! Ao me levantar era a mesma história. Dor nos pontos e nas costas.

Domingo de manhã. Todas as meninas que chegaram junto comigo se arrumando para ir embora. Me levantei, tomei um banho, dei banho na Sarah sozinha e fiquei papeando, na espera dos médicos. Veio o pediatra, examinou e deu alta para a Sarah e até para aquele bebê que estava com sopro no coração, pois o tratamento seria feito em casa.
Veio a ginecologista e deu alta pra mãezinha desse bebê e quando chegou em mim, me deu uma das piores notícias que eu poderia receber naquele momento: eu não tive alta devido a tal da infecção. Fiquei em choque e nem fiz nenhuma pergunta. Liguei pros meus pais e dei a notícia. Eles me perguntaram que tipo de infecção eu tinha, e eu não sabia responder. Me perguntaram que dia eu teria alta, e eu tb não sabia responder. Me perguntaram que antibiótico eu estava tomando, e mais uma vez eu não sabia a resposta.
Quando veio a enfermeira me medicar eu lhe fiz todas essas perguntas e elas não tinham como me responder, pois só a médica saberia. Só me informaram que eram dois antibióticos, e que agora eu só me lembro o nome de um deles, que era Clindamicina. Elas me disseram que esse tipo de antibiótico é dado geralmente para pessoas com infecção urinária, mas que poderia ser pra outros tipos de infecção também, mas como eram dois, talvez pudesse ser uma infecção mais grave. Pedi para chamarem a médica de novo, mas me informaram que ela só está lá nas manhãs e que aquela hora ela já tinha ido embora. Eu só conseguiria falar com ela no dia seguinte. Afão!!!
Na minha terceira medicação, quem veio foi uma outra enfermeira, e eu lhe fiz as mesmas perguntas. Ela me disse que era sim infecção urinária, e que era porque minha bolsa tinha ficado rota por mais de 8 horas. Menos mal. Achei que ela falou com mais convicção. Mas depois ela me veio com uma notícia ainda pior: esses antibióticos devem ser tomados por 7 a 10 dias seguidos. What??? Eu ficaria internada por no mínimo uma semana??? Pense em alguém que ficou triste!

Chegou a noite e a Karol teve que ir embora e de novo veio minha sogra passar a noite comigo. Eu estava bem deprê... Liguei pra minha mãe e comecei a chorar. Disse que eu queria ir embora, que eu não queria mais ficar naquele lugar terrível, que não era justo eu estar ali, que até a mulher que tinha um bebê doente foi embora e eu que estava com a minha saudável tinha que ficar ali! Minha mãe me tranquilizou um pouco, me disse que ainda bem que com ela estava tudo bem, pelo o menos não era a Sarah que estava com problemas.
Depois de algum tempo a Sarah começou a ficar enjoadinha de novo, como na primeira noite. Pensei: "Meu Deus, a presença da minha sogra não está sendo legal mesmo. Luz não se mistura a trevas."
Mais a noite eu descubro que uma das mães do meu quarto estava com uma bebê super bem, quando ela fez cocô com sangue e teve uma parada cardíaca e a bebê dela foi parar na UTI Neonatal. Ai meu Deus! Como eu queria sair daquele lugar. Ali só tinha coisa ruim, parecia que as trevas tomaram conta do hospital. Uma sensação terrível eu sentia. Como se Deus não estivesse presente ali.
Passaram-se mais algumas horas e olha o que acontece. Sarah vomita uma coisa meia esverdeada e com algumas rajadinhas de sangue. Pense em alguém que entrou em pânico. Chorei horrores, gritei, pedi ajuda. Minha sogra foi atrás de algum médico. Fiquei ali chorando até ela voltar. Imagina só. Eu tinha acabado de ver um bebê ir parar na UTI por causa de sangue no cocô, e quando eu menos espero minha bebê vomita sangue. Jesus socorro!!!
Veio uma enfermeira e me disse que aquilo era super normal. Que era resto de parto. Que eles não fazem mais lavagem no bebê, e por isso quase todos vomita essas coisas até uma semana depois do parto. Que se o sangue fosse no cocô, aí sim eu deveria me preocupar. Mas que era pra eu ficar tranquila, que a Sarah estava super bem...
Tentei me acalmar, mas depois de tanta coisa, eu não conseguia dormir, nem me acalmar, nem me tranquilizar... Mas Deus foi bom comigo... Já era mais de meia-noite quando surge na porta do quarto a Pra. Meire. Deus ouviu minhas preces e mandou alguém pra me ajudar naquele momento de aflição. Eu não sabia, mas padres e pastores podem entrar em hospitais a qualquer hora. Que bom isso!
A Pra. Meire me disse que eu sou luz, e onde eu estivesse o Senhor estaria comigo, que não importa o quão sombrio o lugar possa parecer, Deus estaria presente ali comigo! Nossa, parecia que ela tinha lido meus pensamentos e sabia o que estava acontecendo no meu interior. Como Deus é lindo!
Ela leu uma passagem da Bíblia pra mim, mas não consigo me lembrar a passagem, mas sei que era exatamente o que eu estava sentindo. O diabo estava tentando me intimidar, me deixar frágil, deprimida! Mas eu deveria me re-erguer, e não aceitar nenhum pensamento pra baixo. Eu deveria estar muito feliz com essa nova vida que estava ali nos meus braços. Ela orou por mim e imediatamente eu já me sentia melhor.
A mãezinha que estava com a bebê na UTI, ao vê-la, logo pediu para ela orar por ela tb... Percebi que a Pra. Meire não estava ali só por mim, mas tb por outras pessoas. Deus tinha usado a minha situação para a Pastora ir até lá e ser canal de benção para outras pessoas tb. Fiquei sabendo que a guardinha daquela noite do hospital tb pediuoração pra ela. Que benção!

Logo que a Pra. Meire foi embora, a Bispa Waldinéia me ligou e orou por mim tb. Disse pra eu ficar calma que Deus estava enviando os anjos dele até lá e resolvendo esses probleminhas, e que o anjo Rafael, o anjo da cura, estava sendo enviado para normalizar meus leucócitos. E que amanhã mesmo eu estaria na minha casa. Amém!!! Confiei, cri e aceitei isso na minha vida!!!

Manhã de segunda-feira. Tomei café da manhã já com outro ânimo! Minha sogra foi embora e de novo a Karol veio ficar comigo. Veio o pediatra, olhou de novo a Sarah (mesmo ela já estando de alta desde o dia anterior) e disse que ela estava ótima. Veio a ginecologista... Olhou meus pontos, meu sangramento e meus exames. Disse que meus leucócitos tinham abaixado e que minha infecção estava controlada. Glória a Deus!!! Me deu alta e disse que eu continuaria o tratamento em casa mesmo!!!
Como Deus é fiel!!! Em questão de algumas horas, Ele, o Todo Poderoso, reverteu todo o meu quadro infeccioso! Aleluia, Senhor!!!
A médica disse que meus seios estavam empedrando de tanto leite, e que eu deveria ordenhar e doar, senão eu poderia ter uma mastite! Deus me livre. Tratei logo de pegar um potinho e esvaziar as duas mamas...
Eu e Karol demos banho na Sarah e eu nem quis tomar banho, preferi tomar banho quando chegasse em casa.

Chegaram com minha alta, mas sem a receita do antibiótico. Questionei e me disseram que a médica não tinha deixado nada pra mim e que ela já tinha ido embora. Bom, eu estava louca pra ir embora, resolvi nem brigar por isso. Como eu sabia qual antibiótico eu estava tomando, bastava eu comprar e continuar tomando. Mas me lembrei que eram dois. Fui atrás das enfermeiras pra descobrir o nome do segundo antibiótico, e lá tinha outra médica que disse que era um absurdo, que eu não deveria ir embora sem receita de jeito nenhum. Gelie na hora. Imaginei que ficaria ali por mais um dia por causa disso. Mas eu estava errada. Ainda bem! Ela me receitou só um antibiótico, e um tal de Demater, que é um polivitamínico.
Corri e me aprontei!
O Diogo chegou e finalmente conseguimos sair do hospital!



Ai que felicidade!!!
A primeira fotinha é a gente saindo do hospital, a segunda é a Sarinha já dentro do carro, e a terceira é ela no bercinho já em casa!!!

E assim termina meu pós parto no hospital, mas meu pós parto em casa só estava começando...

Um comentário:

  1. Tomara que seu pós parto em casa tenha sido abençoado!!Aguardo o proximo relato!bj

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